Grill no casario colonial do centro histórico de Embu das Artes, com movimento concentrado no fim de semana e visitante que decide no celular, a caminho. A página abre com foto real do prato em tela cheia — nada de banco de imagem — e coloca a reserva por WhatsApp a um toque, no topo e no fim. Cardápio, horário e localização respondem a dúvida antes que ela vire desistência.
Restaurante e grill instalado num casario colonial do centro histórico de Embu das Artes, num comércio que vive de fim de semana e de visitante que chega de fora — quase sempre decidindo onde almoçar pelo celular, já a caminho da cidade.
O desafio. Uma casa com cozinha de chef e cortes na parrilla competia, na tela do celular, em pé de igualdade com qualquer lanchonete de estrada. Faltava um destino que respondesse rápido às três perguntas que fazem alguém desistir: o que se come aqui, quanto custa a experiência e como reservo uma mesa agora.
O que construímos. Uma landing page de restaurante desenhada para uma decisão só — reservar. Ela abre com foto real do prato em tela cheia, feita por nós na captação presencial, e nunca com banco de imagem: em gastronomia a imagem é o argumento, e o cliente local reconhece a casa. Cardápio, faixa de preço, horário de funcionamento e localização respondem à dúvida antes que ela vire desistência, e o botão de reserva por WhatsApp acompanha a rolagem inteira, do topo ao rodapé.
Como a operação roda. A conta é atendida em duas frentes ativas — conteúdo para Instagram e tráfego pago no Meta — com captação presencial na casa alimentando o banco de imagens, hoje com mais de duzentos arquivos catalogados entre fotos de prato, ambiente e equipe. A gestão de mídia tem estrutura de campanha por objetivo e relatório periódico de performance, com a leitura do que mudou em relação ao período anterior — não só o número solto.
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